Kit de testes para análise de água em piscicultura, carcinicultura e aquaponia - Intermediário - Nacional - Alcon


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Este kit contem testes num grau intermediário para análise de água de um sistema de aquaponia, piscicultura, carcinicultura ou bioflocos.

Analisar os parâmetros em um sistema de criação de peixes (piscicultura) ou camarões (carcinicultura) é imprescindível para o sucesso do projeto.
Itens do kit : Teste de Amônia(Nh3/Nh4) Alcon, Teste de Nitrito (No2) Alcon, Teste de PH Alcon, Teste de cloro Alcon, Teste de Oxigênio dissolvido (O2), Teste de dureza em cabornatos (KH) e um termômetro analógico de altra precisão Sun Sun.

Caso hajam dúvidas com relação ao kit ideal para o seu sistema, contate-nos.

Características e indicação de uso dos testes inclusos no Kit de testes para análise de água em piscicultura, carcinicultura e aquaponia - Intermediário - Nacional Alcon:

 

Teste para identificar a presença de cloro:

O cloro utilizado nas águas de abastecimento doméstico é tóxico aos peixes, destruindo o epitélio das brânquias e provocando a morte por asfixia. A água de torneira a ser utilizada nos aquários deve ser sempre tratada com os condicionadores Labcon Protect Plus ou Labcon Anticlor. 

Quando a concentração de cloro é excessiva, pode haver resíduo, mesmo após a aplicação da dosagem recomendada do condicionador. Labcon CloroTest deve ser utilizado para confirmar a neutralização do cloro ou indicar a necessidade de uma aplicação adicional do condicionador.

 

Forma de uso


1. Com a proveta, colete a água a ser testada, até a marca; 

2. Adicione 3 gotas de Labcon CloroTest, tampe a proveta e agite brevemente; 

3. Uma coloração amarelada indica presença de cloro. 

Advertência: Componentes do filtro, ornamentos ou quaisquer outros objetos feitos a base de PVC ou material reciclado, podem provocar interferência no teste, com desenvolvimento de coloração alaranjada atípica.

Ingredientes
O-toluidina, Ácido clorídrico, Água destilada.


Teste que quantifica a concentração de carbonatos na água KH ALCON


A alcalinidade ou dureza em carbonatos, mensurada através do Labcon Test Dureza em Carbonatos KH, refere-se à concentração total de bases tituláveis da água. Embora a amônia, o fosfato, os silicatos e as hidroxilas se comportem como bases contribuindo para a alcalinidade total, os íons bicarbonatos e carbonatos são os mais abundantes e responsáveis por praticamente toda a alcalinidade da água. A dureza de carbonatos funciona como um indicador da estabilidade do pH, ou seja, quanto maior o KH, mais estável será o pH. Esta situação ocorre devido ao fato de apresentarem os carbonatos e bicarbonatos um efeito tamponador, evitando assim, alterações bruscas do pH da água. 
Labcon Test Dureza em Carbonatos KH consiste em uma titulação simples onde, através dos reagentes dos kits e das cores iniciais e finais das reações você consegue perceber o ponto de neutralização da amostra. Através deste teste também é possível mensurar a concentração de gás carbônico presente na água.

 


Forma de uso


1. Encha a proveta até a marca de 5 ml com a água do aquário a ser analisada. 

2. Pingue gota a gota a solução reagente agitando após cada gota adicionada, até atingir a cor final. Você observará inicialmente cor verde fraco passando por verde intenso, até virar vermelho vivo. Anote o número de gotas utilizadas, cada gota corresponde a um grau °dH. Em caso de água muito mole desenvolverá já na primeira gota a cor final, vermelho. 

3. Para maior precisão do teste, dobre a quantidade de amostra (10 ml), neste caso cada gota corresponderá a ½ grau °dH, ou seja, multiplique o número de gotas por 0,5. Valores aceitáveis de KH variam de acordo com o fim a que se propõe o seu aquário, ou seja: 
para aquário de plantas, KH entre 3,5 °dH e 8,0 °dH com pH entre 6,8 e 7,0; 
para aquários de plantas e peixes, KH entre 2,5 °dH e 6,0 °dH com pH entre 6,8 e 7,4;  
para aquários marinhos, KH entre 6,5 °dH e 10 ° dH com pH entre 8,2 e 8,3.

Ingredientes
Verde de bromocresol, vermelho de metila, álcool etílico, ácido clorídrico, água destilada.


Teste de PH que para escala de 6,2 a 7,5

Indicação de uso: 
Utilize semanalmente, ou sempre que os peixes apresentarem algum comportamento diferente, LabconTest pH Tropical para verificar o pH da água, em caso de alterações tome as medidas cabíveis de correção do pH. É importante verificar o pH antes e após as trocas parciais de água, pois mudanças bruscas são estressantes aos peixes. 

Os estados de acidez ou alcalinidade de uma solução aquosa estão relacionados à concentração de íons hidrogênio H+, carregados positivamente, interagindo sobre os íons hidróxido OH-, carregados negativamente. Através da verificação do potencial do íon hidrogênio, ou pH, é possível se conhecer o estado da água em termos de acidez ou alcalinidade. O pH é quantificado dentro de uma escala numérica que vai de 0 a 14, tendo o 7 como ponto neutro ou ponto de equilíbrio entre as cargas. 

Valores inferiores a 7 referem-se a uma predominância de íons H+ sobre os OH-, indicando um estado de acidez, e valores superiores a 7, indicam estado de alcalinidade, com situação inversa em relação a concentração de íons. O pH aceitável para água de aquário da maioria dos peixes de água doce vai de 6,0 a 7,8, sendo que o pH ideal situa-se entre 6,8 e 7,2. Antes de colocar peixes no aquário, é conveniente consultar a literatura especializada a fim de identificar qual é o pH ideal, uma vez que este pode variar de acordo com a espécie.

 

Forma de uso


1. Encha a proveta até a marca com a água do aquário a ser analisada. 
2. Pingue três gotas da solução reagente, tampe o tubo e agite. 
3. Após 2 minutos,compare a cor desenvolvida com a escala de cores apresentada no verso. Para melhor comparação, encoste a proveta aberta na cor mais apropriada da escala e faça a leitura por cima. Cada tonalidade de cor corresponde a um determinado pH. 

- Realize a leitura de preferência sob luz natural. Para melhor comparação, encoste a proveta aberta no círculo branco e faça a observação por cima. 

Obs: 
- Após cada teste lave a proveta imediatamente com água limpa e mantenha fechada. Este cuidado é muito importante, pois se a proveta não estiver limpa, a cor resultante dos próximos testes poderá ser alterada, provocando erros de leitura. 
- Para melhor garantir a eficiência dos testes, mantenha o frasco da solução reagente sempre bem fechado. 

Limitações de Uso: 
A leitura do resultado do teste poderá sofrer distorções quando a água testada estiver sendo tratada com produtos que desenvolvem cor. Não é aconselhável a utilização simultânea de Labcon Test pH Tropical com produtos desta natureza. 

Como corrigir o pH da água: 
Utilize os corretivos Labcon Acid para corrigir alcalinidade excessiva e Labcon Alcali para corrigir acidez excessiva. Alterações extremas de pH ocorrem devido a condições anormais da água ou objetos colocados dentro do aquário, como por exemplo, cascalho de fontes calcárias alcalinizante ou excesso de raízes acidificantes. Algumas vezes somente o monitoramento e correção do pH não são suficientes. 

O monitoramento da dureza em carbonatos da água é de extrema importância, pois indica a capacidade tampão da água, ou seja, a maior ou menor capacidade em manter o pH estável. Este parâmetro deve ser monitorado com uso do Labcon Test Dureza em Carbonatos KH. Ao mensurar a dureza em carbonatos da água as causas das alterações do pH poderão ser identificadas e solucionadas com maior facilidade.

Ingredientes
Azul de bromotimol, hidróxido de sódio, água destilada.


Teste que quantifica o nitrito No2

Origem dos compostos nitrogenados: 
Sobras de alimentos, produtos da excreção dos peixes, restos de plantas e peixes mortos são desdobrados em amônia por bactérias heterotróficas, num processo chamado amonificação. Grande parte da amônia também se origina diretamente dos peixes, principalmente excretada pelas brânquias. Na seqüência deste processo a amônia, por ação de dois grupos de bactérias autotróficas nitrificantes, é oxidada primeiramente a nitrito e depois a nitrato. 

Este último composto é finalmente consumido como nutriente pelas algas e plantas aquáticas. Em ambientes naturais intactos há um completo equilíbrio entre os organismos e os compostos gerados, fazendo com que este ciclo funcione perfeitamente. Sendo os aquários ambientes limitados, normalmente não se tem de forma natural e espontânea o equilíbrio desejado. 

O monitoramento dos compostos nitrogenados (amônia, nitrito e nitrato) na água, as rotinas de manutenção, bem como, a montagem e manutenção dos filtros biológicos e mecânicos, são responsabilidade do aquarista. Estas práticas são fundamentais para obtenção de sucesso neste hobby. 

Teores elevados de nitrito são tóxicos aos peixes, causam estresse e afetam os glóbulos vermelhos do sangue, reduzindo a capacidade respiratória destes animais. A água do aquário sob tais condições, por um período prolongado, pode provocar a morte dos peixes por asfixia. Níveis adequados de nitrito não significam necessariamente níveis adequados de seu precursor amônia e vice-versa, daí a necessidade de monitoramento das duas variáveis.

 

Forma de uso


1. Com a proveta, colete a água do aquário a ser analisada, até a marca; 

2. Pingue 2 gotas da solução reagente 1, tampe o tubo e agite. Para água salgada use 1 gota; 

3. Pingue 2 gotas da solução reagente 2, tampe o tubo e agite. Para água salgada use 1 gota; 

4. Após 10 minutos compare a cor desenvolvida com a escala de cores, preferencialmente sob luz natural. Para melhor visualização, ponha a proveta aberta sobre a escala e faça a leitura por cima. 

Importante: 
Quando níveis altos de nitrito forem detectados, uma troca parcial de água deve ser efetuada emergencialmente. 

Obs.: 
- Após cada teste, lave imediatamente a proveta e mantenha-a fechada. Caso a proveta não esteja limpa, poderá haver alterações da cor no próximo teste, com conseqüente erro de leitura. 
- Para melhor eficiência dos testes, os frascos dos reagentes devem ser mantidos bem fechados. 

Medidas para prevenir níveis altos de nitrito nos aquários: 
- Controlar a quantidade de alimento, de modo a evitar sobras; 
- Evitar uma população de peixes muito alta; 
- Instalar e manter em bom funcionamento um adequado sistema de filtragem biológica e mecânica; 
- Realizar sempre que necessário sifonagens de fundo, com troca parcial de água.

Ingredientes
Solução Reagente 1: Ácido sulfanílico, ácido acético, água destilada 
Solução Reagente 2: Alfa-naftilamina, álcool etílico


Teste para identificar a presença de Amônia tóxica (NH3/NH4) ALCON


Quimicamente falando, a amônia no ambiente aquático pode apresentar-se em duas formas, ionizada (NH4+) e não ionizada (NH3). O balanço entre as duas formas é determinado principalmente pelo pH, e em menor grau pela temperatura. Com o aumento do pH, este balanço muda no sentido da forma NH3, aumentando exponencialmente sua proporção. Somente a forma NH3 é importante em termos de toxicidade. O risco de intoxicação, portanto, aumenta muito em aquários de pH caracteristicamente mais elevados, como os aquários de Ciclídeos Africanos.

 

Forma de uso


1. Preencha a proveta até a marca com a água do aquário a ser analisada; 
2. Pingue 8 gotas da solução reagente 1, tampe a proveta e agite; 
3. Pingue 4 gotas da solução reagente 2, tampe a proveta e agite; 
4. Após 3 minutos, compare a cor desenvolvida no teste com a escala de cores apresentada, buscando aquela que mais se aproxima. 

- Realize a leitura de preferência sob luz natural. Para melhor comparação, encoste a proveta aberta no círculo branco e faça a observação por cima. 
- Definido o valor de amônia total, siga para a tabela de leitura do teor de NH3 (amônia tóxica).


Teste que quantifica o oxigênio dissolvido (O2) na água

O oxigênio (O2) encontra-se dissolvido na água, em forma de gás, o qual é utilizado pelos organismos que realizam a respiração, peixes, plantas e os microorganismos do filtro biológico. Concentrações reduzidas deste gás tornam os peixes menos resistentes às doenças, levando a um aumento da mortalidade no aquário. 

O funcionamento do filtro biológico, repleto de bactérias aeróbicas (bactérias que utilizam o oxigênio), pode ser comprometido pela redução do O2 dissolvido na água. De forma natural, grande parte do O2 dissolvido na água do aquário se origina dos organismos fotossintetizantes (algas e plantas), porém uma pequena parcela deste gás é fornecida pela atmosfera em contato com a superfície da água. 

Artificialmente o oxigênio é fornecido por meio de bombas, as quais fazem passar através da água pequenas bolhas de ar, os oxigenadores. Temperatura, altitude e salinidade, inversamente influenciam na concentração de oxigênio. Elevações de temperatura em torno de 5 °C levam uma redução de 0,8 a 1,0 ppm do teor de O2. 

Aquários densamente povoados com plantas e algas, apresentando intensa atividade fotossintética e respiração, também podem levar a oscilações significativas da concentração de O2. 

Cada organismo apresenta específicos limites de tolerância para a concentração de oxigênio na água, no entanto aquários com teores acima de 4 ppm (4 mg/L) são considerados adequados para as espécies que normalmente habitam os aquários. 

Utilize regularmente LabconTest O2 Dissolvido para monitorar a concentração de oxigênio na água do seu aquário, garantindo o bem estar dos seus peixes e o bom funcionamento do filtro biológico.

 

Forma de uso


1. Encha a proveta até a marca de 5 ml com a água do aquário a ser analisada; 

2. Pingue 2 gotas da solução reagente 1, tampe o tubo e faça uma suave inversão do tubo; 

3. Pingue 2 gotas da solução reagente 2, tampe o tubo e faça uma suave inversão do tubo; 

4. Pingue 2 gotas da solução reagente 3, tampe o tubo e faça uma suave inversão do tubo; 

5. Mantenha a proveta ao abrigo da luz por 5 minutos, depois compare a cor desenvolvida com a escala de cores apresentada na bula. Cada tonalidade de cor corresponde a uma concentração de oxigênio (O2) em ml/l ou ppm.

Ingredientes
Solução Reagente 1: Sulfato manganoso, água destilada. 
Solução Reagente 2: Hidróxido de sódio, iodeto de potássio, água destilada. 
Solução Reagente 3: Ácido sulfúrico, água destilada.

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